Confira quem vai nos acompanhar no Seminário de ATER, do PRS - Cerrado em parceria com a EMATER-MG
Entre os dias 26 e 28 de maio, o Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS -Cerrado), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (EMATER-MG), realiza o Seminário de ATER: desafios e alternativas para uma agropecuária sustentável e resiliente. Conectando saberes, inovações e soluções.
A programação do evento, que acontece em Caeté (MG), no Tauá Hotel & Convention com mais de 600 participantes, será dividida em três dias, com sete mesas de debate. A transmissão ao vivo aberta ao público acontece no canal do IABS no YouTube.
As palestras foram definidas pensando na capacitação de agentes de ATER para o uso de instrumentos voltados à preservação ambiental, inclusão social e fortalecimento econômico das propriedades rurais, com foco na adoção de práticas sustentáveis e tecnologias de baixa emissão de carbono.
Por isso, estão em pauta temas atuais e estratégicos para os produtores, pensando na realidade do trabalho no campo, como as mudanças climáticas, acesso ao crédito, políticas públicas, inovação tecnológica e sustentabilidade produtiva.
A programação completa está disponível aqui.
Confira os detalhes:
1° Dia – 26/05
18h30 — Cerimônia de abertura
- Mônica Holanda – Diretora do Departamento de Produção Sustentável do Ministério da Agricultura e Pecuária (DEPROS/MAPA).
- Thales de Almeida Fernandes – Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de MG
- Prof. Demétrius David da Silva – Reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Professor Titular do Departamento de Engenharia Agrícola.
- Cláudio Augusto Bortolini – Diretor-Presidente da EMATER-MG.
- Laura Queiroz – Diretora de Relações Governamentais e Comércio do Consulado Britânico em Minas Gerais.
19h30 — Lançamento da Revista ELO e do Guia Metodológico MEXPAR
- Gelson Soares Lemes – Diretor Técnico da EMATER-MG.
- Prof. Demetrius David da Silva
20h — Confraternização
2° Dia – 27/05
8h — Credenciamento
9h — Palestra Magna: Mudanças climáticas e o papel estratégico da ATER
- Gelson Soares Lemes
- Eduardo Brito Bastos – Presidente da Câmara do AgroCarbono no MAPA, CEO do Instituto Equilíbrio, e Presidente do Comitê de Inovação do CCarbon (USP). Também lidera o Comitê de Sustentabilidade na ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio).
10h30 — Mesa 1: Políticas Públicas de ATER como indutor de desenvolvimento no campo
Palestrantes:
- Marília Ramos – Diretora Regional Centro Sul e gestora de projetos no IABS. No PRS-Cerrado, atua como Coordenadora das atividades de Campo e ATER.
- Cristiane Côrrea – Coordenadora Técnica da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará – EMATER-PARÁ, Extensionista Rural e Médica Veterinária.
- Guilherme Ferraudo – Gerente Executivo da MyCarbon.
Mediador:
- Hildebrando Marcelo Campos Lopes – Gerente regional da EMATER-MG em Juíz de Fora.
12h — Almoço
14h — Mesa 2: Mudanças climáticas: adaptação e resiliência — Plano ABC+
Palestrantes:
- José Mário Lobo Ferreira – Pesquisador em agroecologia na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Participa do projeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia das Montanhas Brasileiras e do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos).
- Rodrigo Dantas – Coordenador do Plano ABC+ e Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA.
- Renata Maria de Araújo – Superintendente de Qualidade Ambiental e Mudanças Climáticas na SEMAD-MG.
Mediador:
- Rogério Jacinto Gomes – Coordenador Técnico Regional da EMATER-MG em Viçosa. Conselheiro, por Minas Gerais, da Federação Brasileira de Plantio Direto – FEBRAPD.
15h30 — Coffee break
16h — Mesa 3: Modelos integrados de produção sustentável
Palestrantes:
- Miguel Marques Gontijo Neto – Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lotado no Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS).
- Alexandre Romeiro de Araújo – Pesquisador da Embrapa lotado no Centro Nacional de Pesquisa em Gado de Corte.
- Felipe Morbi – Empresário, fundador da Soleum e executivo em bioeconomia, agronegócio e desenvolvimento de cadeias produtivas de base biotecnológica.
Mediador:
- Luis Eduardo Rangel – Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA.
3° Dia – 28/05
9h — Mesa 4: Crédito Rural: avanços, limites e perspectivas
Palestrantes:
- Jonathas de Alencar Moreira – Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA, onde atualmente ocupa o cargo de Coordenador-Geral de Instrumentos de Mercado e Financiamento.
- Elvânia Batista Guimarães Andrade – Coordenadora de Crédito Rural da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA).
- Bruno Machado Gonçalves – Gerente de Agronegócio do Banco do Brasil.
Mediador:
- José Henrique Chiarini Pena Barbosa – Gerente da Divisão de Programas Especiais da EMATER-MG.
10h30 — Mesa 5: Oportunidades do Mercado Institucional para geração de demanda produtiva
Palestrantes:
- Luís Tadeu Assad – Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS).
- Humberto Pereira – Coordenador Geral de Articulação Federativa para o Abastecimento Alimentar, do departamento de Aquisição de e Distribuição de Alimentos Saudáveis (DEPAD), da Secretária Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN), no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
- Liana Jayme Borges – Docente de Nutrição e Coordenadora do Centro Colaborador em Nutrição e Alimentação Escolar da Universidade Federal de Goiás (Cecane/UFG).
Mediador:
- Otávio Martins Maia – Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental.
12h — Almoço
14h — Mesa 6: Organização social e mercados
Palestrantes:
- Alair Ferreira de Freitas – Professor do Departamento de Economia Rural da UFV. Bolsista de produtividade do CNPQ, atua em projetos nas áreas de cooperativismo, políticas públicas e desenvolvimento rural.
- Narayemir Suruí – Presidente da Cooperaiter – Cooperativa de Produção e Desenvolvimento do Povo Indígena Paiter Suruí.
- Valdir Rodrigues – Presidente da Coopervap.
Mediadora:
- Ana Laura Veloso – Coordenadora Técnica Regional da EMATER-MG.
16h — Mesa 7: Práticas extensionistas — Revista ELO (Emater/UFV)
Palestrantes:
- Jane Terezinha da Costa Pereira Leal – Coordenadora Técnica Estadual em Saneamento Ambiental da EMATER-MG. Autora do Artigo 1: Fossa Ecológica Tevap.
- Leonardo Climaco – Extensionista agropecuário II da EMATER, Engenheiro agrônomo formado na UFSC e mestre em zootecnia pela UFMG. Autor do Artigo 2: Manejo Agroecológico de Pastagens.
- Bruno Luís Rosa – Extensionista agropecuário II da EMATER-MG, e concluinte do mestrado em Tecnologias e Inovações Ambientais pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Autor do Artigo 3: Extensão Rural Regenerativa e ODS.
- Rebeca Patrícia Omena Garcia – Extensionista agropecuário II da EMATER, Graduada em Agronomia (2012) pela Universidade Federal do Amazonas, mestrado (2014) e doutorado (2017) pelo Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal da UFV. Autora do Artigo 4: Plantas de cobertura em cafeicultura.
Mediador:
- Nauto Martins – Coordenador Técnico Estadual de Bovinocultura da EMATER-MG.
18h — Encerramento
Esperamos você!
ATER do PRS - Cerrado já impactou mais de 2 mil produtores rurais
“Se não fosse os técnicos, a gente tava perdido aqui”, diz Ariston Vieira, produtor rural impactado pela atuação do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul.
Há 25 anos no assentamento São Thomé, durante os quais passou períodos sem qualquer auxílio, ele conta que “o programa Cerrado chegou aqui e ajeitou tudo.” Assim como ele, mais de 2 mil produtores rurais foram impactados pela Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) do PRS – Cerrado.
Na propriedade de Ariston, a ação do PRS – Cerrado ficou marcada pela entrega de insumos agrícolas, como adubo para plantações, através da obtenção de Benefícios Coletivos (BCs), e, em especial, pelas ações realizadas por serviços técnicos qualificados pelo projeto. Nesse caso, o destaque, segundo o próprio produtor, está no manejo eficaz e sustentável de gado e pastagens. “O atendimento técnico dos meninos ajuda a fazer a formação de pastagem, que se não fosse ele a gente tava perdido também”, conta.
A ATER impacta diretamente todas as áreas de atuação do PRS no cerrado, compreendendo os estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, auxiliando os produtores(as) na aplicação prática das técnicas e ensinamentos promovidos pelo projeto através de cursos de capacitação e dos Dias de Campo (DCs). Durante o período de atuação do projeto, até fevereiro de 2026, foram realizados 176 DCs de ATER coletiva.
No caso de Ariston, a ATER foi essencial, segundo seu relato, pelo momento atual de produtividade das terras. Ele mostra a área semeada, em processo de cultivo, graças aos insumos disponibilizados pelo projeto, e as áreas plantadas com o capim-açu usado para a criação de gado. Os técnicos prestam orientações sobre a recuperação e reforma de pastagem degradada. Ele agradece ao apoio do PRS-Cerrado pela saúde e sucesso de sua produção.
Produtores(as) são capacitados sobre diversos pontos do dia a dia rural
Ernando Aguilar, monitor de campo na área do Mato Grosso do Sul destaca que a ATER capacita os produtores sobre temáticas como a diversificação produtiva, bioinsumos, tecnologias de baixa emissão de carbono. Além disso, questões como o acesso ao crédito rural e regularização ambiental têm sido frequentes, acompanhando as jornadas de aprendizado oferecidas pelo PRS-Cerrado nos cursos com ATECs, cursos presenciais e Dias de Campo.
E os resultados se comprovam no dia a dia. “Manejo de gado, análise de solo, manejo de pastagens, tudo isso tem nos ajudado”, contam Juvan e Valdirene, do Assentamento Esperança, em Anaurilândia, no Mato Grosso do Sul.
Os DCs de ATER coletiva, momento que possibilita a troca entre esses beneficiários(as) e as instituições técnicas, continuam acontecendo ao longo dos próximos meses.
Sobre a ATER
A Assistência Técnica e Extensão Rural do PRS-Cerrado faz parte do escopo de atuação do projeto no caminho para implementar o desenvolvimento sustentável no Cerrado. Ao todo, cerca de 3 mil produtores(as) são atendidos pelo serviço.
O grande objetivo é oferecer qualificação produtiva e ambiental aos beneficiários(as) da região, alinhada às diretrizes do Plano ABC+. Com o apoio dos(as) técnicos(as), são promovidas práticas sustentáveis que contribuem para a redução da emissão de carbono, melhoria do uso do solo e aumento da produtividade e renda dos(as) produtores(as) atendidos(as).
Com essas ações, a produtividade local é fortalecida e ampliada, beneficiando os trabalhadores com mais ofertas de mercado e aumento na geração de renda, ao mesmo tempo em que a área de impacto das tecnologias de baixa emissão de carbono (como RPD, ILPF, SAF, entre outras) e produção sustentável se torna ainda mais abrangente na região.
Além disso, as empresas parceiras de ATER atendem ao próprio interesse dos produtores(as) em agregar conhecimentos, aplicando na prática os ensinamentos das ações formativas oferecidas pelo PRS-Cerrado, como os cursos de EAD Introdutório e Avançado, Cursos Presenciais e Seminários.
As instituições responsáveis pelo atendimento prestado em campo também são capacitadas pelo projeto, a fim de garantir qualidade e padrão nos serviços prestados aos(às) beneficiários(as).
Dias de Campo de Março: “Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia feita pelo produtor”
O mês de março do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) foi marcado pela realização de 44 Dias de Campo (DCs) nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Desses, 38 foram DCs de ATER coletiva, com o objetivo de promover a troca de experiências, práticas e aprendizados entre os assistentes técnicos ligados ao
programa e os produtores rurais das Organizações Socioprodutivas (OSPs) parceiras. Outros quatro foram os DCs especiais organizados em comemoração ao mês das mulheres.
A estimativa é que, ao longo do mês, o projeto tenha envolvido 1847 pessoas nas atividades. Elas puderam participar de palestras, rodas de conversa e oficinas práticas ligadas a temas como o acesso ao crédito rural, Sistemas Agroflorestais (SAFs), integração Lavoura-Pecuária-Floresta (LPF), e técnicas de manejo para comercialização e rentabilidade de produtos.
Minas Gerais
A rodada dos DCs abriu em Minas Gerais, no município de Lagoa Grande. O encontro aconteceu na Unidade Demonstrativa (UD) dos produtores Sebastião Ribeiro Lima e Maria Aparecida de Lima. Ela, inclusive, teve espaço para realizar uma apresentação sobre a mini agroindústria que administra. Os participantes ainda participaram de palestras e oficinas sobre o acesso à linha de crédito rural PRONAF A, além de uma roda de conversa com empresas como a Frutpres e a Central Coop Alfa, que compram e distribuem seus produtos.
Contando com ele, foram realizados 8 DCs no estado mineiro durante o mês. Os temas abordados mantiveram o padrão, levando o conteúdo a todos os produtores participantes, e incluíram, até mesmo, o uso de bioinsumos em SAFs e pastagem. Em Pompéu, no dia 24, ainda foram trabalhados o redesenho da paisagem e o uso da Cratylia. Algumas ações, como a realizada em Paracatu, contaram com apoio e fortalecimento da prefeitura.
Veja todas as datas e temas:
03/03 – Lagoa Grande – Organização da propriedade, crédito rural e tecnologias sustentáveis para aumentar a renda no campo;
07/03 – Uberlândia – Bioinsumos para hortifruti, pasto e silagem;
07/03 – Paracatu – Integração LPF, Apicultura e Avicultura;
24/03 – Pompéu– Agroecologia e redesenho da paisagem;
24/03 – Pato de Minas – Silagem de qualidade: planejamento e crédito rural para produzir mais;
25/03 – Abaeté – Agroecologia e redesenho da paisagem;
26/03 – Paracatu – Arroz na Integração lavoura e pecuária como estratégia para aumentar a produção e melhorar o solo;
31/03 – Paracatu – Manejo de pastagens, qualidade do leite e bioinsumos para aumentar a produtividade e a rentabilidade da propriedade.
Goiás
Já o Goiás recebeu 9 DCs de ATER coletiva com temas bastante variados. No distrito de Buritizinho, em Orizona, por exemplo, mais de 50 pessoas participaram de palestras sobre a Pecuária Sustentável no Cerrado. Foram abordadas questões como como as tecnologias, acesso a crédito e técnicas de manejo para aumentar a rentabilidade no setor. Lá, os produtores ainda puderam visitar estandes sobre bioinsumos, energia solar, e nutrição animal com foco na produção de silagem.
Já em Morrinhos, no último DC do mês, apesar de a temática principal ser relacionada a bioinsumos, a experiência foi prática. Os produtores aprenderam técnicas de coleta e multiplicação de microorganismos em meios de cultura caseiros. O objetivo é a produção para uso próprio desses insumos como condicionadores de solo, auxiliares no enraizamento de plantas, e no controle biológico de pragas e doenças.
O estado ainda contou com a doação de mais de 250 mudas frutíferas, ornamentais e madeireiras do cerrado para os produtores.
Veja todas as datas e temas:
05/03 – Morrinhos – Quintais Produtivos;
10/03 – Catalão – Crédito Rural;
13/03 – Morrinhos – Aproveitamento da palhada para pastejo e formas de silagem para alimentação animal;
17/03 – Distrito de Buritizinho, em Orizona – Pecuária Sustentável no Cerrado: tecnologia, crédito e manejo para aumentar a rentabilidade;
19/03 – Quirinópolis – Quintais Produtivos;
24/03 – Orizona – Crédito Rural;
26/03 – Caiapônia – Quintais Produtivos;
27/03 – Perolândia – Produção sustentável na pequena propriedade: como reduzir custos e emissões de carbono no Cerrado;
31/03 – Morrinhos – Bioinsumos.
Mato Grosso do Sul
“Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia de feita pelo produtor e mais do que isso, agradecendo a assistência técnica e o PRS – Cerrado”, afirma Ariston Vieira, produtor participante do DC realizado em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul. O dia foi organizado em parceria com a ATER Simbiose. Ao longo de março, os 9 DCs realizados tiveram como foco a implantação de técnicas e tecnologias aprendidas pelos produtores rurais na prática.
Os temas variaram da implantação de SAFS, acesso ao crédito rural e técnicas de pastagem até questões como o melhoramento genético e transferência de embrião, na OSP APLB, em Brasilândia.
As ações no estado ainda tiveram seguimento com a energia de uma luz positiva obtida no mês anterior: no dia 28 de fevereiro, o DC realizado na OSP do Sindicato Rural de Paranaíba teve tradução em Libras. A intérprete Fernanda Leal garantiu a participação acessível dos produtores rurais PCD das três famílias presentes.
Veja todas as datas e temas:
06/03 – Chácara Buriti, Campo Grande – Silagem de milho para alimentação de gado leiteiro no inverno;
14/03 – Selvíria – Sistemas Agroflorestais, Implantação de SAFs;
14/03 – Sidrolândia – Tratos culturais em frutíferas;
19/03 – Anaurilândia – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;
19/03 – Rio Brilhante – Sistemas de integração ILP e IFP;
21/03 – Santa Rita do Pardo – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;
27/03 – Brasilândia – Melhoramento genético (transferência de embrião)
Palestrante: Fernando Morelli;
28/03 – Três Lagoas – Manejo de bovinos de corte e leite e reserva alimentar;
28/03 – Sonora – Horticultura na agricultura familiar. Manejo de adubação, pragas, doenças e plantas daninhas.
Mato Grosso
Com uma programação diferente, o Mato Grosso recebeu, no dia 7, um DC voltado para estudantes universitários, com o objetivo de atuar como complemento para sua formação. A ação aconteceu em Santo Antônio de Leverger, na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Durante o dia, os alunos participaram de atividades sobre animais ruminantes e não ruminantes.
Ele fez parte dos 14 dias de programação no estado, que focaram em temas como o uso de bioinsumos, técnicas de correção do solo e manutenção de sistemas produtivos, além da implantação e manejo de novas tecnologias. Os produtores também participaram de atividades sobre a produção sustentável no campo com foco no aumento da rentabilidade e diminuição de prejuízos.
Veja todas as datas e temas:
07/03 – Santo Antônio de Leverger – Animais ruminantes e não ruminantes;
09/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;
10/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;
11/03 – Canarana – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;
12/03 – Rondonópolis – Implantação e Manejo de Pastagens Uso de Volumosos;
12/03 – Nova Xavantina – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;
13/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;
14/03 – Pontal do Araguaia – Implantação e Manejo da tecnologia RPD;
15/03 – Sapezal – Manejo e controle de pragas e doenças na fruticultura;
17/03 – Tangará da Serra – Implantação e manejo técnico da fruticultura em propriedades familiares;
18/03 – Campo Verde – Fertilidade do Solo;
19/03 – Diamantino – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;
20/03 – Itiquira – Preparo da área e implantação de SAFs;
20/03 – Tangará da Serra – Produzir com Sustentabilidade: mais renda, menos custo.
A previsão para o mês de abril é seguir com a programação de DCs nos quatro estados, oferecendo técnica, envolvimento e prática para os produtores rurais. Até o momento, 12 dias estão programados. Clique aqui para conhecer e entrar em contato com o monitor de campo da sua região.
Cursos realizados pelo PRS - Cerrado capacitam ATECs em Crédito Rural e Regularização Ambiental
O Projeto Rural Sustentável - Cerrado (PRS - Cerrado) realizou mais uma edição dos cursos presenciais para Assistentes Técnicos (ATECs) no mês de fevereiro. As ações aconteceram nas cidades de Campo Grande (MS), entre os dias 03 e 05 de fevereiro, e Belo Horizonte (MG), dos dias 24 a 26 do mesmo mês. Os encontros abordaram tópicos como o Crédito Rural e a Regularização Ambiental.
Formação dinâmica sobre a rotina no meio rural
No total, a edição contou com 40 participantes (21 no Mato Grosso do Sul e 19 em Minas Gerais) que aprofundaram conhecimentos sobre a legislação ambiental, regularização ambiental e acesso ao crédito rural, em uma formação pensada para qualificar a assistência prestada aos produtores rurais, contribuindo com o desenvolvimento rural sustentável e o cumprimento de normas ambientais.
As aulas combinaram explicações teóricas, atividades práticas e dinâmicas coletivas para uma formação completa. Através de metodologias de facilitação grupal e da Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL – Problem Based Learning), os ATECs foram treinados para identificar problemas, desenvolver pesquisas e análises, e elaborar planos de ações a partir de situações reais inspiradas em suas próprias rotinas no campo.
Os especialistas mediadores dos encontros em Campo Grande foram profissionais da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER-MS) e do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL). Já em Minas Gerais, as instituições parceiras foram a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER-MG) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF). Eles responderam às dúvidas trazidas pelos próprios participantes a partir de suas experiências.
Os analistas ambientais do IMASUL, Francielly Gama Ortega e Michael Aguirre Pereira, ainda ofereceram uma aula prática sobre o acesso ao SIRIEMA (Sistema IMASUL de Registros e Informações Estratégicas do Meio Ambiente). A plataforma online permite o acompanhamento de processos, além do cadastro, acesso e monitoramento de políticas públicas para os ATECs no Mato Grosso do Sul.
A iniciativa reforça a ação do PRS - Cerrado na promoção de práticas produtivas alinhadas à sustentabilidade através da capacitação técnica.



































