ATER do PRS - Cerrado já impactou mais de 2 mil produtores rurais

“Se não fosse os técnicos, a gente tava perdido aqui”, diz Ariston Vieira, produtor rural impactado pela atuação do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul. 

Há 25 anos no assentamento São Thomé, durante os quais passou períodos sem qualquer auxílio, ele conta que “o programa Cerrado chegou aqui e ajeitou tudo.” Assim como ele, mais de 2 mil produtores rurais foram impactados pela Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) do PRS – Cerrado.

Na propriedade de Ariston, a ação do PRS – Cerrado ficou marcada pela entrega de insumos agrícolas, como adubo para plantações, através da obtenção de Benefícios Coletivos (BCs), e, em especial, pelas ações realizadas por serviços técnicos qualificados pelo projeto. Nesse caso, o destaque, segundo o próprio produtor, está no manejo eficaz e sustentável de gado e pastagens. “O atendimento técnico dos meninos ajuda a fazer a formação de pastagem, que se não fosse ele a gente tava perdido também”, conta.

A ATER impacta diretamente todas as áreas de atuação do PRS no cerrado, compreendendo os estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, auxiliando os produtores(as) na aplicação prática das técnicas e ensinamentos promovidos pelo projeto através de cursos de capacitação e dos Dias de Campo (DCs). Durante o período de atuação do projeto, até fevereiro de 2026, foram realizados 176 DCs de ATER coletiva

No caso de Ariston, a ATER foi essencial, segundo seu relato, pelo momento atual de produtividade das terras. Ele mostra a área semeada, em processo de cultivo, graças aos insumos disponibilizados pelo projeto, e as áreas plantadas com o capim-açu usado para a criação de gado. Os técnicos prestam orientações sobre a recuperação e reforma de pastagem degradada. Ele agradece ao apoio do PRS-Cerrado pela saúde e sucesso de sua produção.

Produtores(as) são capacitados sobre diversos pontos do dia a dia rural

Ernando Aguilar, monitor de campo na área do Mato Grosso do Sul destaca que a ATER capacita os produtores sobre temáticas como a diversificação produtiva, bioinsumos, tecnologias de baixa emissão de carbono. Além disso, questões como o acesso ao crédito rural e regularização ambiental têm sido frequentes, acompanhando as jornadas de aprendizado oferecidas pelo PRS-Cerrado nos cursos com ATECs, cursos presenciais e Dias de Campo. 

E os resultados se comprovam no dia a dia. “Manejo de gado, análise de solo, manejo de pastagens, tudo isso tem nos ajudado”, contam Juvan e Valdirene, do Assentamento Esperança, em Anaurilândia, no Mato Grosso do Sul. 

Os DCs de ATER coletiva, momento que possibilita a troca entre esses beneficiários(as) e as instituições técnicas, continuam acontecendo ao longo dos próximos meses.

Sobre a ATER

A Assistência Técnica e Extensão Rural do PRS-Cerrado faz parte do escopo de atuação do projeto no caminho para implementar o desenvolvimento sustentável no Cerrado. Ao todo, cerca de 3 mil produtores(as) são atendidos pelo serviço.

O grande objetivo é oferecer qualificação produtiva e ambiental aos beneficiários(as) da região, alinhada às diretrizes do Plano ABC+. Com o apoio dos(as) técnicos(as), são promovidas práticas sustentáveis que contribuem para a redução da emissão de carbono, melhoria do uso do solo e aumento da produtividade e renda dos(as) produtores(as) atendidos(as).

Com essas ações, a produtividade local é fortalecida e ampliada, beneficiando os trabalhadores com mais ofertas de mercado e aumento na geração de renda, ao mesmo tempo em que a área de impacto das tecnologias de baixa emissão de carbono (como RPD, ILPF, SAF, entre outras) e produção sustentável se torna ainda mais abrangente na região. 

Além disso, as empresas parceiras de ATER atendem ao próprio interesse dos produtores(as) em agregar conhecimentos, aplicando na prática os ensinamentos das ações formativas oferecidas pelo PRS-Cerrado, como os cursos de EAD Introdutório e Avançado, Cursos Presenciais e Seminários.

As instituições responsáveis pelo atendimento prestado em campo também são capacitadas pelo projeto, a fim de garantir qualidade e padrão nos serviços prestados aos(às) beneficiários(as).


Dias de Campo de Março: “Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia feita pelo produtor”

O mês de março do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) foi marcado pela realização de 44 Dias de Campo (DCs) nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Desses, 38 foram DCs de ATER coletiva, com o objetivo de promover a troca de experiências, práticas e aprendizados entre os assistentes técnicos ligados ao

programa e os produtores rurais das Organizações Socioprodutivas (OSPs) parceiras. Outros quatro foram os DCs especiais organizados em comemoração ao mês das mulheres

A estimativa é que, ao longo do mês, o projeto tenha envolvido 1847 pessoas nas atividades. Elas puderam participar de palestras, rodas de conversa e oficinas práticas ligadas a temas como o acesso ao crédito rural, Sistemas Agroflorestais (SAFs), integração Lavoura-Pecuária-Floresta (LPF), e técnicas de manejo para comercialização e rentabilidade de produtos. 

Minas Gerais

A rodada dos DCs abriu em Minas Gerais, no município de Lagoa Grande. O encontro aconteceu na Unidade Demonstrativa (UD) dos produtores Sebastião Ribeiro Lima e Maria Aparecida de Lima. Ela, inclusive, teve espaço para realizar uma apresentação sobre a mini agroindústria que administra. Os participantes ainda participaram de palestras e oficinas sobre o acesso à linha de crédito rural PRONAF A, além de uma roda de conversa com empresas como a Frutpres e a Central Coop Alfa, que compram e distribuem seus produtos.

Contando com ele, foram realizados 8 DCs no estado mineiro durante o mês. Os temas abordados mantiveram o padrão, levando o conteúdo a todos os produtores participantes, e incluíram, até mesmo, o uso de bioinsumos em SAFs e pastagem. Em Pompéu, no dia 24, ainda foram trabalhados o redesenho da paisagem e o uso da Cratylia. Algumas ações, como a realizada em Paracatu, contaram com apoio e fortalecimento da prefeitura.

Veja todas as datas e temas:

03/03 – Lagoa Grande – Organização da propriedade, crédito rural e tecnologias sustentáveis para aumentar a renda no campo;

07/03 – Uberlândia – Bioinsumos para hortifruti, pasto e silagem;

07/03 – Paracatu – Integração LPF, Apicultura e Avicultura;

24/03 – Pompéu– Agroecologia e redesenho da paisagem;

24/03 – Pato de Minas – Silagem de qualidade: planejamento e crédito rural para produzir mais;

25/03 – Abaeté – Agroecologia e redesenho da paisagem;

26/03 – Paracatu – Arroz na Integração lavoura e pecuária como estratégia para aumentar a produção e melhorar o solo;

31/03 – Paracatu – Manejo de pastagens, qualidade do leite e bioinsumos para aumentar a produtividade e a rentabilidade da propriedade.

Goiás

Já o Goiás recebeu 9 DCs de ATER coletiva com temas bastante variados. No distrito de Buritizinho, em Orizona, por exemplo, mais de 50 pessoas participaram de palestras sobre a Pecuária Sustentável no Cerrado. Foram abordadas questões como como as tecnologias, acesso a crédito e técnicas de manejo para aumentar a rentabilidade no setor. Lá, os produtores ainda puderam visitar estandes sobre bioinsumos, energia solar, e nutrição animal com foco na produção de silagem.

Já em Morrinhos, no último DC do mês, apesar de a temática principal ser relacionada a bioinsumos, a experiência foi prática. Os produtores aprenderam técnicas de coleta e multiplicação de microorganismos em meios de cultura caseiros. O objetivo é a produção para uso próprio desses insumos como condicionadores de solo, auxiliares no enraizamento de plantas, e no controle biológico de pragas e doenças.

O estado ainda contou com a doação de mais de 250  mudas frutíferas, ornamentais e madeireiras do cerrado para os produtores.

Veja todas as datas e temas: 

05/03 – Morrinhos – Quintais Produtivos;

10/03 – Catalão – Crédito Rural;

13/03 – Morrinhos – Aproveitamento da palhada para pastejo e formas de silagem para alimentação animal;

17/03 – Distrito de Buritizinho, em Orizona – Pecuária Sustentável no Cerrado: tecnologia, crédito e manejo para aumentar a rentabilidade;

19/03 – Quirinópolis – Quintais Produtivos;

24/03 – Orizona – Crédito Rural;

26/03 – Caiapônia – Quintais Produtivos;

27/03 – Perolândia – Produção sustentável na pequena propriedade: como reduzir custos e emissões de carbono  no Cerrado;

31/03 – Morrinhos – Bioinsumos.

Mato Grosso do Sul

“Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia de feita pelo produtor e mais do que isso, agradecendo a assistência técnica e o PRS – Cerrado”, afirma Ariston Vieira, produtor participante do DC realizado em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul. O dia foi organizado em parceria com a ATER Simbiose. Ao longo de março, os 9 DCs realizados tiveram como foco a implantação de técnicas e tecnologias aprendidas pelos produtores rurais na prática. 

Os temas variaram da implantação de SAFS, acesso ao crédito rural e técnicas de pastagem até questões como o melhoramento genético e transferência de embrião, na OSP APLB, em Brasilândia.

As ações no estado ainda tiveram seguimento com a energia de uma luz positiva obtida no mês anterior: no dia 28 de fevereiro, o DC realizado na OSP do Sindicato Rural de Paranaíba teve tradução em Libras. A intérprete Fernanda Leal garantiu a participação acessível dos produtores rurais PCD das três famílias presentes. 

Veja todas as datas e temas:

06/03 – Chácara Buriti, Campo Grande – Silagem de milho para alimentação de gado leiteiro no inverno;

14/03 – Selvíria – Sistemas Agroflorestais, Implantação de SAFs;

14/03 – Sidrolândia – Tratos culturais em frutíferas;

19/03 – Anaurilândia – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;

19/03 – Rio Brilhante – Sistemas de integração ILP e IFP;

21/03 – Santa Rita do Pardo – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;

27/03 – Brasilândia – Melhoramento genético (transferência de embrião) 

Palestrante: Fernando Morelli;

28/03 – Três Lagoas – Manejo de bovinos de corte e leite e reserva alimentar;

28/03 – Sonora – Horticultura na agricultura familiar. Manejo de adubação, pragas, doenças e plantas daninhas.

Mato Grosso

Com uma programação diferente, o Mato Grosso recebeu, no dia 7, um DC voltado para estudantes universitários, com o objetivo de atuar como complemento para sua formação. A ação aconteceu em Santo Antônio de Leverger, na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Durante o dia, os alunos participaram de atividades sobre animais ruminantes e não ruminantes.

Ele fez parte dos 14 dias de programação no estado, que focaram em temas como o uso de bioinsumos, técnicas de correção do solo e manutenção de sistemas produtivos, além da implantação e manejo de novas tecnologias. Os produtores também participaram de atividades sobre a produção sustentável no campo com foco no aumento da rentabilidade e diminuição de prejuízos. 

Veja todas as datas e temas:

07/03 – Santo Antônio de LevergerAnimais ruminantes e não ruminantes;

09/03 – Tangará  da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

10/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

11/03 – Canarana – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;

12/03 – Rondonópolis – Implantação e Manejo de Pastagens Uso de Volumosos;

12/03 – Nova Xavantina – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;

13/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

14/03 – Pontal do Araguaia – Implantação e Manejo da tecnologia RPD;

15/03 – Sapezal – Manejo e controle de pragas e doenças na fruticultura;

17/03 – Tangará da Serra – Implantação e manejo técnico da fruticultura em propriedades familiares;

18/03 – Campo Verde – Fertilidade do Solo;

19/03 – Diamantino – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

20/03 – Itiquira – Preparo da área e implantação de SAFs;

20/03 – Tangará da Serra – Produzir com Sustentabilidade: mais renda, menos custo.

A previsão para o mês de abril é seguir com a programação de DCs nos quatro estados, oferecendo técnica, envolvimento e prática para os produtores rurais. Até o momento, 12 dias estão programados. Clique aqui para conhecer e entrar em contato com o monitor de campo da sua região.


Conheça o PRS: ações voltadas a baixa emissão de carbono em 21% do Brasil

Contribuir para uma transição na agropecuária dos principais biomas brasileiros e fortalecer cadeias produtivas sustentáveis: esses são uns dos principais objetivos do Programa Rural Sustentável (PRS) em mais de uma década atuando no Brasil. Fortalecer e desenvolver cadeias produtivas na Amazônia, fomentar a adoção de tecnologias de agricultura de baixa emissão de carbono (Tecs ABC) no semiárido brasileiro e promover uma transição sustentável na agricultura e pecuária no Cerrado: esses são os objetivos da atuação do PRS por meios dos projetos PRS – Amazônia, PRS – Caatinga e PRS – Cerrado.

Na fase atual – a segunda –, o Programa retorna à Amazônia, além de atuar na Caatinga e no Cerrado. Considerando os três biomas, espera-se aumentar em até 25% a renda de produtores e produtoras rurais, por meio do aumento de até 10% da produtividade da terra, a redução de 29M tons de gases de efeito estufa por meio do desmatamento evitado e mais de 30 mil pessoas beneficiadas. Em sua primeira fase, o PRS atuou no bioma amazônico e na Mata Atlântica até 2019 e beneficiou cerca de 4 mil produtores(as) em 70 municípios, com mais de 46 mil hectares de terra com desmatamento e degradação evitados e mais de 30 mil participantes em ações de capacitação. Ao todo, considerando as duas fases, são 252 municípios, com uma área total de 1,7 milhão de km²: presença em cerca de 21% do território brasileiro.

As ações foram desenhadas considerando cada bioma e território de atuação, de forma a oferecer ações que conservam os recursos naturais, a biodiversidade e evitam o desmatamento por meio do aumento da produtividade e rentabilidade no uso sustentável da terra, diminuindo a pobreza no meio rural.

O PRS é financiado por Cooperação Técnica aprovada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com recursos do Financiamento Internacional do Clima do Governo do Reino Unido, tendo o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como beneficiário institucional. Atuamos nos biomas Cerrado e Amazônia, executado e administrado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), e no bioma Caatinga, executado e administrado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). Na primeira fase do Programa, foram desenvolvidos trabalhos nos biomas Amazônia e Mata Atlântica.

Saiba mais sobre o PRS: https://programaruralsustentavel.org.br/

Amazônia: seis cadeias produtivas, 3 estados e comunidades tradicionais

Investimentos na ordem de R$ 50 milhões de reais, seis cadeias produtivas fortalecidas nos estados do Amazonas, Pará e Rondônia, 6.000 hectares de terra manejados de forma sustentável, 1.500 pequenos(as) produtores(as) e extrativistas capacitados(as) e/ou sensibilizados(as), 15 organizações socioprodutivas fortalecidas e com 600 famílias adotando práticas agrícolas de baixa emissão de carbono. Essas são algumas das metas que o Projeto Rural Sustentável – Amazônia se propõe a atingir até 2025.

Açaí e cacau no estado do Pará; castanha-do-Brasil e pirarucu (de manejo) no Amazonas; café e peixes redondos em Rondônia: o PRS – Amazônia atuará em seis cadeias produtivas priorizadas de produtos amazônicos, trabalhadas de forma integrada e interligada, sendo consideradas desde o cultivo e/ou extração até a sua comercialização. O Projeto também oferecerá um rol de ações formativas, que vão desde o Ensino a Distância, passando por Dias de Campo, cursos presenciais, ações de empoderamento social e Mestrado Profissional: tudo especialmente desenhado para as características da Amazônia e de práticas de baixa emissão de carbono.

Conheça o projeto: http://prsamazonia.org.br/

Caatinga: laboratório a céu aberto

O PRS - Caatinga investe no fortalecimento de Arranjos Produtivos Locais (APL) na medida em que compreende a necessidade de promover a articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre empreendimentos de um território. O projeto reconhece a Caatinga como um laboratório a céu aberto que cria, sistematiza e promove intercâmbios entre os saberes de produtores rurais e a experiência das organizações sociais em diálogo com conhecimento técnico e científico desenvolvido na região.

Tem como meta 1500 produtores(as) rurais mobilizados(as), 125 extensionistas capacitados, 600 ha de terra manejados sustentavelmente, 200 ha de área restaurada e 200 ha de área conservada em propriedade privada, além 20 mil toneladas de CO2 evitado, mais de 15% de melhoria de renda familiar e a adoção de tecnologias sociais inovadas em energia e água.

Conheça o projeto: https://prscaatinga.org.br/

Cerrado: agropecuária sustentável, sistemas integrados e pastagens recuperadas

Atuando em mais de 100 municípios brasileiros, distribuídos em 4 estados do bioma Cerrado, o projeto tem um grande desafio: mitigar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) ao mesmo tempo em que busca aumentar a renda e a sustentabilidade de pequenos e médios produtores e produtoras rurais no bioma Cerrado. Já são cerca de 3700 propriedades rurais envolvidas, com mais de 230 Dias de Campo realizados, mais de 15 mil participantes em ações de sensibilização, treinamento e capacitação, 42 Organizações Socioprodutivas apoiadas e 12 milhões aplicados em pesquisa, tudo para alavancar o uso sustentável da terra de 360 mil hectares de área total de propriedades envolvidas.

E o PRS - Cerrado entende que, para responder à altura de tamanha responsabilidade, é necessário trabalhar em conjunto com todos os atores envolvidos na produção rural, seja implementando práticas produtivas sustentáveis, apoiando a estruturação de coletivos de agricultores(as), prestando assistência técnica e extensão rural gratuitamente, além de facilitar o acesso ao crédito e oferecer um Programa de Capacitação completo: Educação a Distância, em parceria com o Canal Futura e disponível na GloboPlay; Mestrado Profissional, em conjunto com a UFLA; Ações de popularização da produção rural sustentável junto a escolas públicas do ensino fundamental e médio; além de cursos presenciais e Dias de Campo.

Conheça o projeto: https://www.ruralsustentavel.org/


Diz aí, Cerrado! Série de vídeos dos(as) produtores(as) das UDs do PRS - Cerrado!

Em comemoração ao dia dos trabalhadores e trabalhadoras rurais — comemorado em 25 de maio —, o PRS - Cerrado inicia a divulgação do “Diz aí, Cerrado!”, uma série de vídeos cheia de relatos dos nossos(as) produtores(as) das Unidades Demonstrativas (UDs).

Os vídeos retratam as expectativas em relação às ações de implantação das tecnologias inovadoras que são promovidas pelo projeto.  “A gente tem trabalhado com sistema agroflorestal e, com isso, temos percebido, além do valor econômico que essas culturas trazem [...], uma maior biodiversidade no sistema", relata a proprietária Maria Vitória, da UD em Rio Verde, Goiás.

Além da Maria Vitória, outros relatos colhidos estão na playlist com 30 vídeos da série, disponível no Youtube do IABSTV. 

Confira a série no canal IABSTV >>

E é dando voz aos trabalhadores e trabalhadoras do rural que construímos juntos(as) uma nova realidade, cuidando do meio ambiente e trazendo novas tecnologias de plantio!