Confira quem vai nos acompanhar no Seminário de ATER, do PRS - Cerrado em parceria com a EMATER-MG

Entre os dias 26 e 28 de maio, o Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS -Cerrado), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (EMATER-MG), realiza o Seminário de ATER: desafios e alternativas para uma agropecuária sustentável e resiliente. Conectando saberes, inovações e soluções

A programação do evento, que acontece em Caeté (MG), no Tauá Hotel & Convention com mais de 600 participantes, será dividida em três dias, com sete mesas de debate. A transmissão ao vivo aberta ao público acontece no canal do IABS no YouTube.

As palestras foram definidas pensando na capacitação de agentes de ATER para o uso de instrumentos voltados à preservação ambiental, inclusão social e fortalecimento econômico das propriedades rurais, com foco na adoção de práticas sustentáveis e tecnologias de baixa emissão de carbono. 

Por isso, estão em pauta temas atuais e estratégicos para os produtores, pensando na realidade do trabalho no campo, como as mudanças climáticas, acesso ao crédito, políticas públicas, inovação tecnológica e sustentabilidade produtiva.

A programação completa está disponível aqui.

Confira os detalhes:

1° Dia – 26/05

18h30 — Cerimônia de abertura

  • Mônica Holanda – Diretora do Departamento de Produção Sustentável do Ministério da Agricultura e Pecuária (DEPROS/MAPA). 
  • Thales de Almeida Fernandes Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de MG
  • Prof. Demétrius David da Silva – Reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Professor Titular do Departamento de Engenharia Agrícola.
  • Cláudio Augusto Bortolini – Diretor-Presidente da EMATER-MG. 
  • Laura Queiroz – Diretora de Relações Governamentais e Comércio do Consulado Britânico em Minas Gerais.

19h30 — Lançamento da Revista ELO e do Guia Metodológico MEXPAR

  • Gelson Soares Lemes – Diretor Técnico da EMATER-MG.
  • Prof. Demetrius David da Silva

20h — Confraternização

2° Dia – 27/05

8h — Credenciamento

9h — Palestra Magna: Mudanças climáticas e o papel estratégico da ATER

  • Gelson Soares Lemes
  • Eduardo Brito Bastos – Presidente da Câmara do AgroCarbono no MAPA, CEO do Instituto Equilíbrio, e Presidente do Comitê de Inovação do CCarbon (USP). Também lidera o Comitê de Sustentabilidade na ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio).

10h30 — Mesa 1: Políticas Públicas de ATER como indutor de desenvolvimento no campo

Palestrantes:

  • Marília Ramos – Diretora Regional Centro Sul e gestora de projetos no IABS. No PRS-Cerrado, atua como Coordenadora das atividades de Campo e ATER.
  • Cristiane Côrrea – Coordenadora Técnica da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará – EMATER-PARÁ, Extensionista Rural e Médica Veterinária.
  • Guilherme Ferraudo – Gerente Executivo da MyCarbon.

Mediador:

  • Hildebrando Marcelo Campos LopesGerente regional da EMATER-MG em Juíz de Fora.

12h — Almoço

14h — Mesa 2: Mudanças climáticas: adaptação e resiliência — Plano ABC+

Palestrantes:

  • José Mário Lobo Ferreira – Pesquisador em agroecologia na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Participa do projeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia das Montanhas Brasileiras e do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos). 
  • Rodrigo Dantas – Coordenador do Plano ABC+ e Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA.
  • Renata Maria de Araújo – Superintendente de Qualidade Ambiental e Mudanças Climáticas na SEMAD-MG.

Mediador:

  • Rogério Jacinto Gomes – Coordenador Técnico Regional da EMATER-MG em Viçosa. Conselheiro, por Minas Gerais, da Federação Brasileira de Plantio Direto – FEBRAPD.

15h30 — Coffee break

16h — Mesa 3: Modelos integrados de produção sustentável

Palestrantes:

  • Miguel Marques Gontijo Neto – Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lotado no Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS).
  • Alexandre Romeiro de Araújo – Pesquisador da Embrapa lotado no Centro Nacional de Pesquisa em Gado de Corte. 
  • Felipe Morbi – Empresário, fundador da Soleum e executivo em bioeconomia, agronegócio e desenvolvimento de cadeias produtivas de base biotecnológica.

Mediador:

  • Luis Eduardo Rangel – Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA.

3° Dia – 28/05

9h — Mesa 4: Crédito Rural: avanços, limites e perspectivas

Palestrantes:

  • Jonathas de Alencar Moreira – Auditor Fiscal Federal Agropecuário do MAPA, onde atualmente ocupa o cargo de Coordenador-Geral de Instrumentos de Mercado e Financiamento.
  • Elvânia Batista Guimarães Andrade – Coordenadora de Crédito Rural da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA).
  • Bruno Machado Gonçalves – Gerente de Agronegócio do Banco do Brasil.

Mediador:

  • José Henrique Chiarini Pena Barbosa – Gerente da Divisão de Programas Especiais da EMATER-MG.

10h30 — Mesa 5: Oportunidades do Mercado Institucional para geração de demanda produtiva

Palestrantes:

  • Luís Tadeu Assad – Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS).
  • Humberto Pereira – Coordenador Geral de Articulação Federativa para o Abastecimento Alimentar, do departamento de Aquisição de e Distribuição de Alimentos Saudáveis (DEPAD), da Secretária Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN), no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
  • Liana Jayme Borges – Docente de Nutrição e Coordenadora do Centro Colaborador em Nutrição e Alimentação Escolar da Universidade Federal de Goiás (Cecane/UFG).

Mediador:

  • Otávio Martins Maia – Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental.

12h — Almoço

14h — Mesa 6: Organização social e mercados

Palestrantes:

  • Alair Ferreira de Freitas – Professor do Departamento de Economia Rural da UFV. Bolsista de produtividade do CNPQ, atua em projetos nas áreas de cooperativismo, políticas públicas e desenvolvimento rural. 
  • Narayemir Suruí – Presidente da Cooperaiter – Cooperativa de Produção e Desenvolvimento do Povo Indígena Paiter Suruí.
  • Valdir Rodrigues – Presidente da Coopervap.

Mediadora:

  • Ana Laura Veloso – Coordenadora Técnica Regional da EMATER-MG.

16h — Mesa 7: Práticas extensionistas — Revista ELO (Emater/UFV)

Palestrantes:

  • Jane Terezinha da Costa Pereira Leal – Coordenadora Técnica Estadual em Saneamento Ambiental da EMATER-MG. Autora do Artigo 1: Fossa Ecológica Tevap.
  • Leonardo Climaco –  Extensionista agropecuário II da EMATER, Engenheiro agrônomo formado na UFSC e mestre em zootecnia pela UFMG. Autor do Artigo 2: Manejo Agroecológico de Pastagens.
  • Bruno Luís Rosa – Extensionista agropecuário II da EMATER-MG, e concluinte do mestrado em Tecnologias e Inovações Ambientais pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Autor do Artigo 3: Extensão Rural Regenerativa e ODS
  • Rebeca Patrícia Omena Garcia – Extensionista agropecuário II da EMATER,  Graduada em Agronomia (2012) pela Universidade Federal do Amazonas, mestrado (2014) e doutorado (2017) pelo Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal da UFV. Autora do Artigo 4: Plantas de cobertura em cafeicultura.

Mediador:

  • Nauto Martins – Coordenador Técnico Estadual de Bovinocultura da EMATER-MG.

18h — Encerramento

Esperamos você!


ATER do PRS - Cerrado já impactou mais de 2 mil produtores rurais

“Se não fosse os técnicos, a gente tava perdido aqui”, diz Ariston Vieira, produtor rural impactado pela atuação do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul. 

Há 25 anos no assentamento São Thomé, durante os quais passou períodos sem qualquer auxílio, ele conta que “o programa Cerrado chegou aqui e ajeitou tudo.” Assim como ele, mais de 2 mil produtores rurais foram impactados pela Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) do PRS – Cerrado.

Na propriedade de Ariston, a ação do PRS – Cerrado ficou marcada pela entrega de insumos agrícolas, como adubo para plantações, através da obtenção de Benefícios Coletivos (BCs), e, em especial, pelas ações realizadas por serviços técnicos qualificados pelo projeto. Nesse caso, o destaque, segundo o próprio produtor, está no manejo eficaz e sustentável de gado e pastagens. “O atendimento técnico dos meninos ajuda a fazer a formação de pastagem, que se não fosse ele a gente tava perdido também”, conta.

A ATER impacta diretamente todas as áreas de atuação do PRS no cerrado, compreendendo os estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, auxiliando os produtores(as) na aplicação prática das técnicas e ensinamentos promovidos pelo projeto através de cursos de capacitação e dos Dias de Campo (DCs). Durante o período de atuação do projeto, até fevereiro de 2026, foram realizados 176 DCs de ATER coletiva

No caso de Ariston, a ATER foi essencial, segundo seu relato, pelo momento atual de produtividade das terras. Ele mostra a área semeada, em processo de cultivo, graças aos insumos disponibilizados pelo projeto, e as áreas plantadas com o capim-açu usado para a criação de gado. Os técnicos prestam orientações sobre a recuperação e reforma de pastagem degradada. Ele agradece ao apoio do PRS-Cerrado pela saúde e sucesso de sua produção.

Produtores(as) são capacitados sobre diversos pontos do dia a dia rural

Ernando Aguilar, monitor de campo na área do Mato Grosso do Sul destaca que a ATER capacita os produtores sobre temáticas como a diversificação produtiva, bioinsumos, tecnologias de baixa emissão de carbono. Além disso, questões como o acesso ao crédito rural e regularização ambiental têm sido frequentes, acompanhando as jornadas de aprendizado oferecidas pelo PRS-Cerrado nos cursos com ATECs, cursos presenciais e Dias de Campo. 

E os resultados se comprovam no dia a dia. “Manejo de gado, análise de solo, manejo de pastagens, tudo isso tem nos ajudado”, contam Juvan e Valdirene, do Assentamento Esperança, em Anaurilândia, no Mato Grosso do Sul. 

Os DCs de ATER coletiva, momento que possibilita a troca entre esses beneficiários(as) e as instituições técnicas, continuam acontecendo ao longo dos próximos meses.

Sobre a ATER

A Assistência Técnica e Extensão Rural do PRS-Cerrado faz parte do escopo de atuação do projeto no caminho para implementar o desenvolvimento sustentável no Cerrado. Ao todo, cerca de 3 mil produtores(as) são atendidos pelo serviço.

O grande objetivo é oferecer qualificação produtiva e ambiental aos beneficiários(as) da região, alinhada às diretrizes do Plano ABC+. Com o apoio dos(as) técnicos(as), são promovidas práticas sustentáveis que contribuem para a redução da emissão de carbono, melhoria do uso do solo e aumento da produtividade e renda dos(as) produtores(as) atendidos(as).

Com essas ações, a produtividade local é fortalecida e ampliada, beneficiando os trabalhadores com mais ofertas de mercado e aumento na geração de renda, ao mesmo tempo em que a área de impacto das tecnologias de baixa emissão de carbono (como RPD, ILPF, SAF, entre outras) e produção sustentável se torna ainda mais abrangente na região. 

Além disso, as empresas parceiras de ATER atendem ao próprio interesse dos produtores(as) em agregar conhecimentos, aplicando na prática os ensinamentos das ações formativas oferecidas pelo PRS-Cerrado, como os cursos de EAD Introdutório e Avançado, Cursos Presenciais e Seminários.

As instituições responsáveis pelo atendimento prestado em campo também são capacitadas pelo projeto, a fim de garantir qualidade e padrão nos serviços prestados aos(às) beneficiários(as).


Dias de Campo de Março: “Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia feita pelo produtor”

O mês de março do Projeto Rural Sustentável – Cerrado (PRS – Cerrado) foi marcado pela realização de 44 Dias de Campo (DCs) nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Desses, 38 foram DCs de ATER coletiva, com o objetivo de promover a troca de experiências, práticas e aprendizados entre os assistentes técnicos ligados ao

programa e os produtores rurais das Organizações Socioprodutivas (OSPs) parceiras. Outros quatro foram os DCs especiais organizados em comemoração ao mês das mulheres

A estimativa é que, ao longo do mês, o projeto tenha envolvido 1847 pessoas nas atividades. Elas puderam participar de palestras, rodas de conversa e oficinas práticas ligadas a temas como o acesso ao crédito rural, Sistemas Agroflorestais (SAFs), integração Lavoura-Pecuária-Floresta (LPF), e técnicas de manejo para comercialização e rentabilidade de produtos. 

Minas Gerais

A rodada dos DCs abriu em Minas Gerais, no município de Lagoa Grande. O encontro aconteceu na Unidade Demonstrativa (UD) dos produtores Sebastião Ribeiro Lima e Maria Aparecida de Lima. Ela, inclusive, teve espaço para realizar uma apresentação sobre a mini agroindústria que administra. Os participantes ainda participaram de palestras e oficinas sobre o acesso à linha de crédito rural PRONAF A, além de uma roda de conversa com empresas como a Frutpres e a Central Coop Alfa, que compram e distribuem seus produtos.

Contando com ele, foram realizados 8 DCs no estado mineiro durante o mês. Os temas abordados mantiveram o padrão, levando o conteúdo a todos os produtores participantes, e incluíram, até mesmo, o uso de bioinsumos em SAFs e pastagem. Em Pompéu, no dia 24, ainda foram trabalhados o redesenho da paisagem e o uso da Cratylia. Algumas ações, como a realizada em Paracatu, contaram com apoio e fortalecimento da prefeitura.

Veja todas as datas e temas:

03/03 – Lagoa Grande – Organização da propriedade, crédito rural e tecnologias sustentáveis para aumentar a renda no campo;

07/03 – Uberlândia – Bioinsumos para hortifruti, pasto e silagem;

07/03 – Paracatu – Integração LPF, Apicultura e Avicultura;

24/03 – Pompéu– Agroecologia e redesenho da paisagem;

24/03 – Pato de Minas – Silagem de qualidade: planejamento e crédito rural para produzir mais;

25/03 – Abaeté – Agroecologia e redesenho da paisagem;

26/03 – Paracatu – Arroz na Integração lavoura e pecuária como estratégia para aumentar a produção e melhorar o solo;

31/03 – Paracatu – Manejo de pastagens, qualidade do leite e bioinsumos para aumentar a produtividade e a rentabilidade da propriedade.

Goiás

Já o Goiás recebeu 9 DCs de ATER coletiva com temas bastante variados. No distrito de Buritizinho, em Orizona, por exemplo, mais de 50 pessoas participaram de palestras sobre a Pecuária Sustentável no Cerrado. Foram abordadas questões como como as tecnologias, acesso a crédito e técnicas de manejo para aumentar a rentabilidade no setor. Lá, os produtores ainda puderam visitar estandes sobre bioinsumos, energia solar, e nutrição animal com foco na produção de silagem.

Já em Morrinhos, no último DC do mês, apesar de a temática principal ser relacionada a bioinsumos, a experiência foi prática. Os produtores aprenderam técnicas de coleta e multiplicação de microorganismos em meios de cultura caseiros. O objetivo é a produção para uso próprio desses insumos como condicionadores de solo, auxiliares no enraizamento de plantas, e no controle biológico de pragas e doenças.

O estado ainda contou com a doação de mais de 250  mudas frutíferas, ornamentais e madeireiras do cerrado para os produtores.

Veja todas as datas e temas: 

05/03 – Morrinhos – Quintais Produtivos;

10/03 – Catalão – Crédito Rural;

13/03 – Morrinhos – Aproveitamento da palhada para pastejo e formas de silagem para alimentação animal;

17/03 – Distrito de Buritizinho, em Orizona – Pecuária Sustentável no Cerrado: tecnologia, crédito e manejo para aumentar a rentabilidade;

19/03 – Quirinópolis – Quintais Produtivos;

24/03 – Orizona – Crédito Rural;

26/03 – Caiapônia – Quintais Produtivos;

27/03 – Perolândia – Produção sustentável na pequena propriedade: como reduzir custos e emissões de carbono  no Cerrado;

31/03 – Morrinhos – Bioinsumos.

Mato Grosso do Sul

“Como é bom ver de perto a implantação de tecnologia de feita pelo produtor e mais do que isso, agradecendo a assistência técnica e o PRS – Cerrado”, afirma Ariston Vieira, produtor participante do DC realizado em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul. O dia foi organizado em parceria com a ATER Simbiose. Ao longo de março, os 9 DCs realizados tiveram como foco a implantação de técnicas e tecnologias aprendidas pelos produtores rurais na prática. 

Os temas variaram da implantação de SAFS, acesso ao crédito rural e técnicas de pastagem até questões como o melhoramento genético e transferência de embrião, na OSP APLB, em Brasilândia.

As ações no estado ainda tiveram seguimento com a energia de uma luz positiva obtida no mês anterior: no dia 28 de fevereiro, o DC realizado na OSP do Sindicato Rural de Paranaíba teve tradução em Libras. A intérprete Fernanda Leal garantiu a participação acessível dos produtores rurais PCD das três famílias presentes. 

Veja todas as datas e temas:

06/03 – Chácara Buriti, Campo Grande – Silagem de milho para alimentação de gado leiteiro no inverno;

14/03 – Selvíria – Sistemas Agroflorestais, Implantação de SAFs;

14/03 – Sidrolândia – Tratos culturais em frutíferas;

19/03 – Anaurilândia – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;

19/03 – Rio Brilhante – Sistemas de integração ILP e IFP;

21/03 – Santa Rita do Pardo – Manejo adequado para melhoria e conservação de solos e Recuperação de pastagens em degradação;

27/03 – Brasilândia – Melhoramento genético (transferência de embrião) 

Palestrante: Fernando Morelli;

28/03 – Três Lagoas – Manejo de bovinos de corte e leite e reserva alimentar;

28/03 – Sonora – Horticultura na agricultura familiar. Manejo de adubação, pragas, doenças e plantas daninhas.

Mato Grosso

Com uma programação diferente, o Mato Grosso recebeu, no dia 7, um DC voltado para estudantes universitários, com o objetivo de atuar como complemento para sua formação. A ação aconteceu em Santo Antônio de Leverger, na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Durante o dia, os alunos participaram de atividades sobre animais ruminantes e não ruminantes.

Ele fez parte dos 14 dias de programação no estado, que focaram em temas como o uso de bioinsumos, técnicas de correção do solo e manutenção de sistemas produtivos, além da implantação e manejo de novas tecnologias. Os produtores também participaram de atividades sobre a produção sustentável no campo com foco no aumento da rentabilidade e diminuição de prejuízos. 

Veja todas as datas e temas:

07/03 – Santo Antônio de LevergerAnimais ruminantes e não ruminantes;

09/03 – Tangará  da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

10/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

11/03 – Canarana – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;

12/03 – Rondonópolis – Implantação e Manejo de Pastagens Uso de Volumosos;

12/03 – Nova Xavantina – A importância e os efeitos da correção de solo, adubação e controle de plantas invasoras na manutenção de sistemas produtivos;

13/03 – Tangará da Serra – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

14/03 – Pontal do Araguaia – Implantação e Manejo da tecnologia RPD;

15/03 – Sapezal – Manejo e controle de pragas e doenças na fruticultura;

17/03 – Tangará da Serra – Implantação e manejo técnico da fruticultura em propriedades familiares;

18/03 – Campo Verde – Fertilidade do Solo;

19/03 – Diamantino – Utilização de Bioinsumos na produção agroecológica;

20/03 – Itiquira – Preparo da área e implantação de SAFs;

20/03 – Tangará da Serra – Produzir com Sustentabilidade: mais renda, menos custo.

A previsão para o mês de abril é seguir com a programação de DCs nos quatro estados, oferecendo técnica, envolvimento e prática para os produtores rurais. Até o momento, 12 dias estão programados. Clique aqui para conhecer e entrar em contato com o monitor de campo da sua região.


Edital seleciona 3 mil propriedades rurais e 26 Organizações Socioprodutivas

Com o propósito de implantar práticas produtivas de baixa emissão de carbono em propriedades rurais de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, além de contribuir para o fortalecimento de agrupamentos formados por coletivos de produtores(as) rurais, está aberta a Chamada para Seleção Integrada de Organizações Socioprodutivas (OSPs) e Unidades Multiplicadoras (UMs).

O edital selecionará 26 OSPs e 3.000 UMs nos quatro estados, 13 microrregiões e 101 municípios de atuação do projeto. A submissão de propostas terá início em 25 de janeiro e se estende até 15 de março.

O diferencial deste processo seletivo está no tratamento integrado e complementar dos atores envolvidos, de forma a construir um legado de sustentabilidade após o encerramento da implementação das diversas atividades do projeto. A proposta reúne benefícios diretos para as OSPs, mas também oferece vantagens individualizadas. Enquanto haverá Benefícios Coletivos a partir de contrapartida financeira ou não, as vantagens individuais para que produtores e produtoras rurais participem do processo seguem por outras frentes de apoio, como assistência técnica gratuita, ações formativas e de capacitação direcionada, acesso a ações de apoio e incentivo fiscal, tributário e certificação de propriedades, participação em premiações e em Dias de Campo.

Acesse o edital para Seleção Integrada de Organizações Socioprodutivas (OSPs) e Unidades Multiplicadoras (UMs) 

O que são Organizações Socioprodutivas e Unidades Multiplicadoras?

As OSPs são pessoas jurídicas sem fins lucrativos e podem ser constituídas como Associações, Cooperativas, Centrais de Associações/Cooperativas, Sindicatos e demais instituições formalmente estabelecidas com linhas de atuação voltadas para práticas produtivas do meio rural. Já as UMs são propriedades rurais onde serão implantadas uma ou mais tecnologias de baixa emissão de carbono apoiadas pelo projeto. É importante destacar que as UMs são diferentes das Unidades Demonstrativas (UDs), locais onde já há a prática de baixa emissão de carbono implantada e que funcionam como uma espécie espelho para as UMs.

As OSPs selecionadas serão beneficiadas uma única vez no projeto, então esta é a única oportunidade para seu envolvimento com o PRS – Cerrado. As organizações precisam organizar os(as) produtores(as) e preparar toda a documentação necessária para a proposta a ser apresentada, mas contarão com o apoio dos canais e equipe do projeto. Para os(as) trabalhadores(as) rurais, o edital não prevê período mínimo de associação à OSP.

Tecnologias agrícolas apoiadas

As iniciativas apoiadas pelo projeto visam a implementação de sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), entendidos pelo PRS – Cerrado como sinônimo de Sistemas Agroflorestais (SAFs), e a Recuperação de Pastagens Degradadas (RPD). A partir dessas tecnologias, a chamada objetiva contribuir com o desenvolvimento rural sustentável no bioma, aumentar a eficiência do uso da terra, a produtividade e incrementar a geração de renda entre produtores(as) rurais.

Sobre o Projeto Rural Sustentável – Cerrado

Financiado pelo Fundo Internacional para o Clima do Governo do Reino Unido, em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como beneficiário institucional, o PRS – Cerrado é resultado de parcerias que objetivam aumentar a renda e a produtividade de produtores e produtoras rurais do bioma Cerrado, sem agredir o meio ambiente. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) é o responsável pela execução e administração do projeto e a Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa, é a responsável pela coordenação científica e apoio técnico.


Conheça os critérios de elegibilidade e vantagens para UDs

Tamanho e localização da propriedade, além de documentos válidos, esses são alguns requisitos para que produtores e produtoras rurais se cadastrem no edital de Unidade Demonstrativa do PRS – Cerrado, que fica aberto até o dia 11/12.  É fundamental que o(a) produtor(a) tenha implantada em sua propriedade, ou parte dela, os sistemas de Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), entendidas como sinônimo de Sistemas Agroflorestais (SAFs), e/ou Recuperação de Pastagens Degradadas (RPD), que são as tecnologias sustentáveis de baixa emissão de carbono apoiadas pelo projeto.

Confira abaixo o detalhamento de todos os critérios de elegibilidade que devem ser cumpridos:

Produtor(a)

  • Estar com o RG e CPF ou CNPJ válidos e certidão de Nada Consta (CNDs);
  • Comprovar a posse legal do imóvel como proprietário(a), arrendatário(a), parceiro(a), comodatário(a), concessionário(a) do Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA), ou permissionário(a) de áreas públicas;
  • Comprovar a anuência da propriedade, em caso de copropriedade e/ou detenção conjunta da posse legal do imóvel rural;
  • Estar de acordo com a participação nas ações previstas no projeto;
  • E cumprir com as determinações de limites e renda da área da propriedade – a dos(as) pequenos(as) produtores(as) deve ter até 4 módulos fiscais, com renda bruta agropecuária anual de até R$ 415 mil por ano; e dos médios(as) produtores (as) superior a 4 e até 15 módulos fiscais, com renda bruta agropecuária anual de R$ 415 mil até 2 milhões por ano;.

Propriedade

  • Estar no bioma Cerrado, localizada total ou parcialmente em um dos 101 municípios selecionados pelo projeto em GO, MG, MT e MS;
  • Comprovar inscrições efetivas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou o processo de registro em andamento;
  • Não ter em seu histórico elementos com os quais não compactuamos, como trabalho escravo trabalho infantil, crime ou infração ambiental, por exemplo.

Quais os benefícios?

Ao se tornar uma Unidade Demonstrativa, os produtores e produtoras terão direito a vários benefícios, como assistência técnica gratuita por 12 meses; capacitação; promoção e divulgação em eventos, mídias digitais e comitês; execução de um programa-piloto de certificação(ões) e de um programa-piloto de avaliação e implementação de um mecanismo financeiro diferenciado; além de aportes financeiros de até R$30 mil para a estruturação e a manutenção de sua propriedade para os Dias de Campo – eventos que ocorrerão para sensibilizar, informar e demonstrar a outros produtores e produtoras todos os benefícios da adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono.

Canais de atendimento a produtores(as)

Em caso de dúvidas sobre o edital, sobre a documentação necessária para participar ou dificuldades no momento do cadastramento, há um call center disponível pelo 0800 038 6616, de segunda a sexta, das 9h às 18h (horário de Brasília). É possível tirar dúvidas pelo e-mail chamada.ud@iabs.org ou pelo WhatsApp: 61 9 8413 9285. Foi elaborado, ainda, um tutorial com o passo a passo para o cadastramento e um vídeo com todas as orientaçõesTambém já foi realizada uma live sobre o tema, disponível no canal IABSTV.


Como se tornar uma Unidade Demonstrativa no PRS – Cerrado

Na próxima quinta-feira, 12/11, a partir das 16h, o Projeto Rural Sustentável Cerrado realiza o encontro virtual Como se tornar uma Unidade Demonstrativa no PRS – Cerrado? O evento ocorre para explicar, tirar dúvidas e passar todas as informações sobre como participar do primeiro edital aberto no projeto, que é voltado para pequenos e médios produtores e produtoras rurais que possuem em suas propriedades alguma das tecnologias apoiadas: sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, ILPF, entendida como sinônimo de Sistema Agroflorestal, SAF, ou a Recuperação de Pastagens Degradadas, RPD. A transmissão ocorre por meio do canal no Youtube IABSTV.

Live: Como se tornar uma Unidade Demonstrativa no PRS – Cerrado?
Data: 12/11
Horário: 16h
Transmissão: canal no Youtube IABSTV


0800 é disponibilizado para dúvidas sobre o edital de UD

Desde o dia 23 de outubro está aberto o edital para selecionar Unidades Demonstrativas (UDs) para o PRS – Cerrado. O prazo vai até o dia 23 deste mês. Para dúvidas sobre o edital, sobre a documentação necessária para participar ou dificuldades no momento do cadastramento, o call center está disponível pelo 0800 038 6616, de segunda a sexta, das 9h às 18h (horário de Brasília). Também é possível tirar dúvidas pelo e-mail chamada.ud@iabs.org ou pelo WhatsApp: 61 9 8413 9285.

Foi elaborado, ainda, um tutorial com o passo a passo para o cadastramento e um vídeo com todas as orientações:

https://www.youtube.com/watch?v=dMB-rQbwv9w&feature=youtu.be

 

O que são as UDs?

As Unidades Demonstrativas são espécies de unidades de referência durante todo o PRS – Cerrado. São nestas propriedades que serão realizados, por exemplo, os Dias de Campo – eventos em que produtores e produtoras poderão conhecer na prática como funcionam a implementação de práticas produtivas sustentáveis e seus benefícios. Para as UDs, o projeto reserva uma série de benefícios, como participação em programas de certificação, assistência técnica gratuita por um ano, apoio financeiro para estruturação da propriedade em até R$ 30 mil, dentre outros. Para ser uma UD, é fundamental que a propriedade tenha implantada alguma das tecnologias agrícolas apoiadas pelo PRS – Cerrado: sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, ILPF, entendida como sinônimo de Sistema Agroflorestal, SAF, ou a Recuperação de Pastagens Degradadas, RPD. Serão selecionadas 170 UDs, nos 4 estados de atuação do projeto: Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Sobre o PRS - Cerrado

O projeto é composto por um arranjo institucional inovador, que conta com instituições idealizadoras, beneficiário, executor e apoio científico: Governo do Reino Unido, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade, o IABS, e Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa. Juntos, o objetivo é implantar práticas agrícolas de baixa emissão de carbono, aumentar a produtividade sem agredir o meio ambiente e aumentar a renda de pequenos e médios produtores e produtoras rurais do bioma Cerrado.


Edital aberto para pequenos e médios produtores(as) rurais

Assistência técnica gratuita por 12 meses, divulgação, apoio financeiro para a estruturação da propriedade em até R$ 30 mil e a realização dos Dias de Campo – eventos que ocorrerão para sensibilizar, informar e demonstrar a outros produtores e produtoras todos os benefícios da adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono. Esses são alguns dos benefícios previstos no edital correspondente à Chamada de Cadastramento e Seleção de Unidades Demonstrativas (UDs), do Projeto Rural Sustentável – Cerrado, para pequenos(as) e médios(as) produtores e produtoras rurais, publicado nesta sexta, 23/10.

Para se tornar uma Unidade Demonstrativa, as propriedades precisam já ter implantada alguma das tecnologias agrícolas apoiadas pelo projeto:  sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), entendidas como sinônimo de Sistemas Agroflorestais (SAFs), e/ou Recuperação de Pastagens Degradadas (RPD). Serão selecionadas até 170 propriedades localizadas nos 4 estados, 13 microrregiões e 101 municípios abrangidos pelo projeto. O cadastramento de propostas começa a partir da próxima terça, 27/10, e se estende até o dia 23/11.

Para a comprovação que, de fato, a propriedade está enquadrada nos critérios de exigibilidade, serão feitas avaliações in loco pela equipe de campo do PRS – Cerrado, que está presente em todos os estados abrangidos pelo projeto.

Sobre o Projeto Rural Sustentável – Cerrado

Financiado pelo Fundo Internacional para o Clima do Governo do Reino Unido, em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como beneficiário institucional, o PRS – Cerrado é resultado de parcerias que objetivam aumentar a renda e a produtividade de produtores e produtoras rurais do bioma Cerrado, sem agredir o meio ambiente. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) é o responsável pela execução e administração do projeto e a Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa, é a responsável pela coordenação científica e apoio técnico.


Quem pode fazer parte do Projeto Rural Sustentável - Cerrado

Durante 4 anos de atuação, são diversas as atividades programadas e em construção para diferentes públicos dos estados de GO, MG, MS e MT

Embora voltado para atuar junto a produtores e produtoras rurais do Cerrado brasileiro na implantação de tecnologias sustentáveis, o Projeto Rural Sustentável - Cerrado também conta com uma gama de públicos que se inter-relacionam com a realidade rural e se tornam fundamentais para avançar no aumento da produtividade agrícola sem agredir o meio ambiente. São instituições de ensino superior e de pesquisa e desenvolvimento, estudantes do ensino técnico e superior, escolas de ensino médio e fundamental, organizações produtivas (como cooperativas e associações), gestores e gestoras públicos, além de técnicos e técnicas rurais e entidades de assistência técnica do setor público e/ou privado (as ATERs).

O objetivo é que todos, de forma integrada, possam caminhar juntos para que o PRS – Cerrado, para além de auxiliar na implantação de práticas agrícolas de baixa emissão de carbono, mostre que é possível um novo caminho sustentável. E é com esse intuito também que, com um arranjo institucional inovador, o projeto é resultado de parcerias: Governo do Reino Unido, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) e Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa.

Abaixo, por público, alguns dos benefícios que serão disponibilizados durante o projeto. Vários outros estão sendo desenhados e vão ser implementados à medida que se intensificarem os trabalhos nas áreas de atuação. Para que possam ter acesso a informações sobre como se envolver, é fundamental que interessados(as) façam o cadastramento.

 


PRS - Cerrado tem vaga aberta para atuar com cadeias produtivas locais

Oportunidade é para a elaboração de desenhos técnicos-metodológicos envolvendo a temática, além do formato de atendimento de demandas coletivas locais

Está aberta até dia 21/05 contratação de empresa para propor estruturação e formato das ações de diagnóstico e prognóstico de demandas coletivas locais e cadeias produtivas do setor da produção rural. O objetivo dos diagnósticos é identificar demandas coletivas de infraestrutura/estruturas, crédito, incentivos fiscais, fornecedores, escoamento da produção (beneficiamento, comercialização e mercado), formação e outros.

A contratação incluirá também o desenho do formato de atendimento de demandas coletivas locais (benefícios coletivos), voltado para o apoio a propostas locais de investimentos coletivos focados no fortalecimento das cadeias de valor e do acesso ao mercado. A contratada deverá realizar o trabalho considerando a área de atuação do Projeto Rural Sustentável – Cerrado: estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Além da documentação que comprova a habilidade técnica da instituição, deverá ser encaminhada proposta de preços global que não ultrapasse o valor de R$ 120.000,00. O valor será pago em parcelas, de acordo com o cronograma de entrega dos produtos, que pode ser consultado no Termo de Referência da seleção. Dúvidas devem ser tiradas pelo e-mail prs-cerrado@iabs.org.br.

Confira as seleções abertas

Sobre o Projeto Rural Sustentável – Cerrado

Somos financiados pelo Fundo Internacional para o Clima do Governo do Reino Unido, em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como beneficiário institucional. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) é o responsável pela execução e administração do projeto e a Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa, é a responsável pela coordenação científica e apoio técnico.